As Soluções Do Crédito Malparado | ComoEconomizar.net

📅 09/09/2025

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Crédito MalparadoQuando se está a passar por dificuldades financeiras uma das primeiras medidas que se toma é tentar contactar a entidade onde se contraiu os créditos para renegociar o respectivo contrato de modo a ter uma prestação temporária ajustada à situação actual do cliente. Mas o inexplicável (pelo menos eu não compreendo…) é que maioria das vezes e apesar de ser apresentado provas é muito raro alguma financeira ou banco aceitar uma renegociação de contratos inicialmente.


Não se percebe como é que um cliente onde contraiu o seu crédito naquela empresa se dirija à mesma a explicar e comprovar que de momento está a passar por dificuldades económicas por motivos A ou B e essa mesma entidade não estar disponível para ajudar a ultrapassar esse momento complicado.

Não tenho dúvidas  que se por parte destas entidades existisse mais diálogo e compreensão para com os seus clientes elas próprias beneficiariam pois  existia muito menos créditos incobráveis. Não é lógico não renegociar um contrato ou fasear a dívida das moras e deixar acumular o montante em dívida para depois ultimar o cliente para a totalidade do pagamento!


Indice


O óbvio


Se uma pessoa está com dificuldades de pagar 100€ por mês estará obviamente com ainda mais dificuldades de pagar 5 prestações em atraso com um total de 500€. Não quero com isto dizer que seria um processo simples, obviamente que as entidades financeiras tinham que salvaguardar-se contra actos de má fé existindo na minha opinião uma reunião com o cliente para ele ter a oportunidade de comprovar a situação actual económica e as causas.

Medidas que seriam benéficas para todos


Após esta reunião e estando provado poderia acontecer as seguintes situações;

Vantagens das medidas referidas


Nas duas situações acima mencionadas também permitiria que os clientes não ficassem com o nome nos registos do Banco de Portugal, o que pode ser bom ou mau. Bom porque permite a quem teve problemas pontuais de refazer a sua vida financeira sem sobressaltos mas mau porque pode haver quem esteja com a taxa de esforço no limite e peça mais créditos, o que sejamos sinceros é “dar um tiro no próprio pé”.

Outro lado positivo e alternativa a pedir mais créditos era permitir que estes clientes com vários créditos conseguissem uma consolidação de créditos juntos a entidades que facultam este serviço. Não tendo o nome no Banco de Portugal é menos difícil consolidar os seus créditos.

Mais uma vez a vantagem das medidas acima descritas também eram para as empresas de crédito que veriam assim os seus clientes ficar com os seus créditos consolidados e passarem de clientes de risco a clientes “normais”.

A nossa conclusão


Resumindo tudo o que foi escrito, acredito que grande parte do endividamento em Portugal poderia ser evitado se fossem adoptadas medidas como estas que anunciamos neste artigo. Ganhava os clientes, empresas e o próprio País que teria trabalhadores mais produtivos e menos problemas na sociedade resultante de problemas financeiros. É preciso as entidades financeiras reformularem os seu métodos consoante a actualidade real do País.


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